Ementa
O curso trás conceito e história social dos povos indígenas e das comunidades tradicionais no Brasil. Realidade social de crianças e adolescentes indígenas e de comunidades tradicionais no Brasil. Antropologia da Criança: ferramentas para compreensão da pluralidade cultural do ser criança e adolescente. Interculturalidade e direitos humanos. Direitos coletivos de povos indígenas e comunidades tradicionais: autonomia, participação, consulta e pluralismo jurídico. Aspectos da diversidade cultural na Convenção dos Direitos da Criança, Estatuto da Criança e do Adolescente e Resoluções nºs 91/2003, 181/2016 e 2014/2018 do Conanda.
![]()
Unidade 1
- Conhecer a definição conceitual e histórica de povos indígenas, comunidades quilombolas e povos e comunidades tradicionais.
- Compreender a sociodiversidade de povos e comunidades tradicionais.
- Identificar os aspectos comuns e as diferenças entre as categorias étnicas.
![]()
Unidade 2
- Compreender a configuração demográfica e as principais demandas sociais de crianças e adolescentes indígenas, quilombolas e tradicionais.
- Conhecer os subsídios da Antropologia da Criança e da interculturalidade em direitos humanos para usos adequados dos direitos de crianças e adolescentes.
- Desenvolver uma melhor percepção sobre as diversidades do ser criança e adolescente, de modo a fortalecer a capacidade de respeito às diferenças no atendimento aos sujeitos.
![]()
Unidade 3
- Analisar os principais direitos coletivos de povos indígenas, comunidades quilombolas e povos e comunidades tradicionais.
- Compreender as implicações da adoção dos direitos coletivos para (re) pensar o atendimento a crianças e adolescentes.
- Identificar e problematizar as práticas desenvolvidas por povos indígenas, comunidades quilombolas e povos e comunidades tradicionais para fazer valer seus direitos, em especial os protocolos de consulta.
![]()
Unidade 4
- Compreender a importância da interculturalidade nos direitos de crianças e adolescentes.
- Identificar e aplicar os aspectos da diversidade cultural nos direitos de crianças e adolescentes.
- Ter conhecimento das normativas nacionais e internacionais que trabalham a especificidade étnica nos direitos de crianças e adolescentes.
Informações do curso:
Modalidade: MOOC, autoinstrucional sem tutoria
Abertura: 18 de maio de 2026 até 30 de junho de 2026
Carga horária: 45 H
Público alvo: Profissionais do Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente e demais interessados na temática
Avaliações: em formato de questionários
Certificação: emitida na modalidade MOOC, mediante aproveitamento mínimo de 50% nas avaliações
Mini currículo da conteudista

Assis da Costa Oliveira
Professor da Universidade de Brasília (UnB), vinculado ao Núcleo de Estudos da Infância e da Juventude, ao Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas para Infância e Juventude, e ao Observatório dos Povos Originários e suas Infâncias, todos sediados no Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares da UnB. Doutor em Direito pela UnB, mestre e graduado em Direito pela Universidade Federal do Pará. Publicou, entre outras obras, as seguintes: Colonialidade e Adultocentrismo – entrecruzamentos raciais na colonial modernidade (Dialética, 2023); Juventudes Indígenas no Brasil – mobilizações e direitos (Dialética, 2023); Crianças e Adolescentes de Povos e Comunidades Tradicionais – direitos e atendimento em perspectiva intercultural (Dialética, 2022); Juventudes Indígenas: estudos interdisciplinares, saberes interculturais – Conexões entre Brasil e México (E-papers, 2017); e, Indígenas Crianças, Crianças Indígenas – perspectivas para construção da doutrina da proteção plural (Juruá, 2014).
Conteúdos
Guia do cursista
Prezado/a cursista,
Bem-vindo/a ao percurso formativo do curso Introdução aos Direitos de Crianças e Adolescentes Indígenas, Quilombolas e de Comunidades Tradicionais. Este guia foi elaborado para apresentar as principais informações sobre o funcionamento do curso, sua estrutura, avaliação e orientações para acesso à plataforma. Guarde este documento e consulte-o sempre que necessário.
Desejamos a você um excelente percurso de formação!
Objetivos do curso
Unidade 1:
- Conhecer a definição conceitual e histórica de povos indígenas, comunidades quilombolas e povos e comunidades tradicionais.
- Compreender a sociodiversidade de povos e comunidades tradicionais.
- Identificar os aspectos comuns e as diferenças entre as categorias étnicas.
Unidade 2:
- Compreender a configuração demográfica e as principais demandas sociais de crianças e adolescentes indígenas, quilombolas e tradicionais.
- Conhecer os subsídios da Antropologia da Criança e da interculturalidade em direitos humanos para usos adequados dos direitos de crianças e adolescentes.
- Desenvolver uma melhor percepção sobre as diversidades do ser criança e adolescente, de modo a fortalecer a capacidade de respeito às diferenças no atendimento aos sujeitos.
Unidade 3:
- Analisar os principais direitos coletivos de povos indígenas, comunidades quilombolas e povos e comunidades tradicionais.
- Compreender as implicações da adoção dos direitos coletivos para (re) pensar o atendimento a crianças e adolescentes.
- Identificar e problematizar as práticas desenvolvidas por povos indígenas, comunidades quilombolas e povos e comunidades tradicionais para fazer valer seus direitos, em especial os protocolos de consulta.
Unidade 4:
- Compreender a importância da interculturalidade nos direitos de crianças e adolescentes.
- Identificar e aplicar os aspectos da diversidade cultural nos direitos de crianças e adolescentes.
- Ter conhecimento das normativas nacionais e internacionais que trabalham a especificidade étnica nos direitos de crianças e adolescentes.
Ajuda
Em caso de dúvidas sobre o curso ou sobre a plataforma, entre em contato pelo e-mail endica@agencia-deep.com. Para agilizar o atendimento, inclua informações suficientes para identificação e diagnóstico do problema, como: nome completo, perfil de acesso (cursista, mediador, conteudista), curso/unidade relacionados, descrição objetiva da situação e, se possível, prints de tela com a mensagem de erro ou o passo a passo realizado. Obrigado!
Certificação
Os cursistas que concluírem o curso com aproveitamento (mínimo de 50 pontos) serão certificados pela ENDICA. O certificado ficará disponível online, na própria página do curso. O cursista poderá salvar ou imprimir seu certificado.
Se tiver problemas técnicos com este procedimento, entre em contato com o suporte técnico pelo e-mail endica@agencia-deep.com, informando de qual curso se trata e anexando prints da tela que mostrem o problema ocorrido.
Autoria
Opções de inscrição
O curso trás conceito e história social dos povos indígenas e das comunidades tradicionais no Brasil. Realidade social de crianças e adolescentes indígenas e de comunidades tradicionais no Brasil. Antropologia da Criança: ferramentas para compreensão da pluralidade cultural do ser criança e adolescente. Interculturalidade e direitos humanos. Direitos coletivos de povos indígenas e comunidades tradicionais: autonomia, participação, consulta e pluralismo jurídico. Aspectos da diversidade cultural na Convenção dos Direitos da Criança, Estatuto da Criança e do Adolescente e Resoluções nºs 91/2003, 181/2016 e 2014/2018 do Conanda.
![]()
Unidade 1
- Conhecer a definição conceitual e histórica de povos indígenas, comunidades quilombolas e povos e comunidades tradicionais.
- Compreender a sociodiversidade de povos e comunidades tradicionais.
- Identificar os aspectos comuns e as diferenças entre as categorias étnicas.
![]()
Unidade 2
- Compreender a configuração demográfica e as principais demandas sociais de crianças e adolescentes indígenas, quilombolas e tradicionais.
- Conhecer os subsídios da Antropologia da Criança e da interculturalidade em direitos humanos para usos adequados dos direitos de crianças e adolescentes.
- Desenvolver uma melhor percepção sobre as diversidades do ser criança e adolescente, de modo a fortalecer a capacidade de respeito às diferenças no atendimento aos sujeitos.
![]()
Unidade 3
- Analisar os principais direitos coletivos de povos indígenas, comunidades quilombolas e povos e comunidades tradicionais.
- Compreender as implicações da adoção dos direitos coletivos para (re) pensar o atendimento a crianças e adolescentes.
- Identificar e problematizar as práticas desenvolvidas por povos indígenas, comunidades quilombolas e povos e comunidades tradicionais para fazer valer seus direitos, em especial os protocolos de consulta.
![]()
Unidade 4
- Compreender a importância da interculturalidade nos direitos de crianças e adolescentes.
- Identificar e aplicar os aspectos da diversidade cultural nos direitos de crianças e adolescentes.
- Ter conhecimento das normativas nacionais e internacionais que trabalham a especificidade étnica nos direitos de crianças e adolescentes.
Informações do curso:
Modalidade: MOOC, autoinstrucional sem tutoria
Abertura: 18 de maio de 2026 até 30 de junho de 2026
Carga horária: 45 H
Público alvo: Profissionais do Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente e demais interessados na temática
Avaliações: em formato de questionários
Certificação: emitida na modalidade MOOC, mediante aproveitamento mínimo de 50% nas avaliações
Mini currículo da conteudista

Assis da Costa Oliveira
Professor da Universidade de Brasília (UnB), vinculado ao Núcleo de Estudos da Infância e da Juventude, ao Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas para Infância e Juventude, e ao Observatório dos Povos Originários e suas Infâncias, todos sediados no Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares da UnB. Doutor em Direito pela UnB, mestre e graduado em Direito pela Universidade Federal do Pará. Publicou, entre outras obras, as seguintes: Colonialidade e Adultocentrismo – entrecruzamentos raciais na colonial modernidade (Dialética, 2023); Juventudes Indígenas no Brasil – mobilizações e direitos (Dialética, 2023); Crianças e Adolescentes de Povos e Comunidades Tradicionais – direitos e atendimento em perspectiva intercultural (Dialética, 2022); Juventudes Indígenas: estudos interdisciplinares, saberes interculturais – Conexões entre Brasil e México (E-papers, 2017); e, Indígenas Crianças, Crianças Indígenas – perspectivas para construção da doutrina da proteção plural (Juruá, 2014).
- Participantes inscritos: 15


